domingo, 19 de abril de 2009

Em Defesa do Património Mineiro - Petição on line


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Em defesa do Património Mineiro de S. Pedro da Cova




Manifesto


A identidade histórica e social da cidade de Gondomar não se completa sem um olhar atento sobre a actividade da extracção mineira desenvolvida nas minas de S. Pedro da Cova, ao longo dos séculos XIX e XX.Durante décadas e décadas, a vila de S. Pedro da Cova foi ponto de confluência de pessoas e de anseios marcados indelevelmente nos rostos e nas mentes pela experiência de vida que o trabalho mineiro representava.


Basta conversar com algum trabalhador ou trabalhadora das Minas, dos que ainda sobrevivem, para perceber a riqueza de histórias, boas ou más, que fazem parte do património imaterial que pouco a pouco se vai perdendo.Se, por um lado, não podemos impedir o curso natural de quem por lá viveu, amou e sofreu, e o estudo da realidade que as Minas criaram é tarefa individual de investigação de quem deseja preservar memórias, interpretar factos ou desvelar a história; por outro, é função colectiva defender o património material em que essa mesma realidade se alicerçou, não só para a compreensão do passado mas sobretudo para a construção do futuro.Não deixa de ser consternador perceber o desleixo e o abandono a que foi votado o complexo arquitectónico mineiro desde o encerramento das Minas em 1972.


Não se compreende a ausência de uma estratégia conjunta dos poderes locais na conjugação de esforços para que aquele espaço possa ser repensado e utilizado, preservando memórias, mas adaptado às exigências e necessidades do presente. É desolador arriscar uma visita às antigas minas e ali encontrar o vazio de iniciativas e acções que poderiam revitalizar o espaço envolvente e o Cavalete do Poço de S. Vicente, esse objecto raro na arqueologia mineira em Portugal, mesmo assim imponente e soberanamente nobre.

É importante que os jovens de hoje possam aceder, de forma segura e multifacetada ao passado que moldou a sua própria terra.


Tendo em conta este cenário, encontra-se em fase de criação um movimento cívico em defesa do referido Cavalete enquanto símbolo de inegável valor para a história do património industrial português, já reconhecido pelo IPPAR como “imóvel de interesse público em vias de classificação”.


O movimento propõe-se:


- Recolher, tratar e divulgar testemunhos orais sobre a actividade mineira;- Promover sessões públicas de sensibilização para a preservação do património mineiro, tanto no que diz respeito à classificação efectiva do Cavalete do Poço de S. Vicente pelo IPPAR, como na definitiva criação de um verdadeiro museu mineiro que dignifique as gerações passadas e orgulhe as futuras;- Fomentar o interesse e o gosto pela descoberta da realidade mineira nas crianças e nos jovens das escolas de Gondomar, no âmbito da ligação escola/meio preconizada pela Lei de Bases do Sistema Educativo.

Os Direitos das Crianças





Em 20 de Novembro de 1959, a ONU fez a Declaração dos Direitos da Criança, com 10 artigos:

1- A criança deve ter condições para se desenvolver física, mental, moral, espiritual e socialmente, com liberdade e dignidade.
2- A criança tem direito a um nome e uma nacionalidade , desde o seu nascimento.
3- A criança tem direito à alimentação, lazer, moradia e serviços médicos adequados.
4- A criança deve crescer amparada pelos pais e sob sua responsabilidade, num ambiente de afecto e de segurança .
5- A criança prejudicada física ou mentalmente deve receber tratamento, educação e cuidados especiais.
6- A criança tem direito a educação gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares.
7- A criança, em todas as circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber protecção e socorro.
8- A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono e exploração. Não deverá trabalhar antes de uma idade adequada.
9- As crianças devem ser protegidas contra prática de discriminação racional, religiosa, ou de qualquer índole.
10- A criança deve ser educada num espírito de compreensão, tolerância, amizade, fraternidade e paz entre os povos.


mas ...





Há um longo caminho a percorrer pois as intenções são umas e a realidade outra.
Lutemos para que os Direitos das Crianças sejam uma realidade em todo o lado do Mundo.
Daniela, Diana, Jorge, Carolina, Manuela

Os Direitos Humanos



A Declaração dos Direitos do Homem é composta por trinta artigos que invocam igualdade, liberdade, justiça e paz no mundo.

Mas uma pergunta impõe-se:
Será que a declaração dos Direitos do Homem é cumprida?

Por exemplo, no artigo 5 da Declaração diz e passamos a citar: “Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes”.

Mas, na prisão do Guantánamo, os prisioneiros foram submetidos a tortura, a tratamentos cruéis e desumanos.

No artigo 24 diz: “ Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres e, especialmente, a uma limitação razoável da duração do trabalho e a férias periódicas pagas ”.

Mas, por exemplo, há trabalhadores portugueses que vão trabalhar para o estrangeiro a quem é prometido um bom salário, habitação e boas condições de trabalho. Mas, quando lá chegam, trabalham como escravos, sem condições de higiene nem segurança e nem recebem salário. Depois, não sabem a quem protestar pois não tem contracto de trabalho nem conhecem nenhum responsável da empresa.


Outro exemplo, no artigo 3 diz: “ Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal ”.

No entanto, mais uma vez os Direitos do Homem são violados. Na actualidade, em pleno século XXI, ainda existem países com pena de morte.
Por mais acto horrendo que uma pessoa tenha cometido, ninguém tem o direito de acabar com a vida de uma pessoa.

Então, podemos concluir que a Declaração Universal dos Direitos do Homem é um elemento fundamental para favorecer o progresso social e instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla.
É necessário mais atenção e mais alerta para assegurar que nenhum dos Direitos do Homem é violado.
Esta Declaração foi criada para que os seres humanos sejam livres de falar e de querer, libertos do terror e da miséria.
Carlos, Cristiano, Filipa, Tânia, Tiago